Nos últimos dias, o Mago encontrou o Homem Lobo.
O Homem Lobo foi um Homem Justo, mas agora enlouqueceu; seus seguidores pereciam pela infecção contagiosa que dele apoderou;
O Mago disse: "busquem a cura", mas essa era impossível.
O Mago viu que a única cura viria pelo Sacrifício, e assim o fez.
O Mago salvou o Homem Lobo e a Terra viveu em paz: primeiro dia.

Os Seguidores do Mago descobriram o motivo da loucura do Homem Lobo.
Um fungo se criou em sua cabeça: e esse fungo cresceu, devorando toda a vida ao redor do túmulo do Homem Lobo.
O Mago disse: "me tragam o fungo" e assim trouxeram.
O Mago viu que o fungo, agora, era uma Criança e o chamou de Criança Lobo.
O Mago salvou a Criança Lobo e a Terra viveu em paz: segundo dia.

A Criança Lobo era igual o Homem Lobo.
A Loucura se mostrou presente: a Criança Lobo foi ingrata e tentou destruir o Reinado de Paz do Mago.
O Mago disse: "destruam os ingratos" e assim tentaram.
O Mago viu que a Criança Lobo era instável demais e a única cura viria pelo sacrifício.
O Mago fez todos os preparativos e clamou pelas estrelas: terceiro dia.

As Estrelas ouviram o chamado d'o Mago.
Elas cantaram o réquiem do Menino Lobo, mas avisaram: o Lobo há de retaliar.
O Mago disse: "me tragam o lobo", mas isso era impossível.
O Mago viu que só Ele podia fazer isso, e assim o fez.
O Mago usou o réquiem das estrelas para encontrar o Lobo: quarto dia.

O Lobo ouviu o chamado





O Mago conseguiu prender o lobo: quinto dia.

A Criança Lobo fugia, pois sabia que estava errada.
Contrariando o Mago, ela libertou todas as bestas que se escondiam nas trevas e elas devastaram o mundo.
O Mago disse: "afastem as feras", mas elas eram muitas.
O Mago fez um acordo com o Lobo.
O Mago

Não havia mais morte. O Mago nos livrou da morte. As bestas eram inofensivas. A Criança Lobo fugiu, mas o mundo viveu em paz: O Mago se divinizou no último dia.